Presidente Márcio Tuma afirma “Esse jogo é nosso”, destaca raça do Paysandu, elogia Marcinho e anuncia que clube vai revisar lances da expulsão para decidir sobre representação
O Paysandu saiu de campo com um empate por 1 a 1 no primeiro Re-Pa da temporada, em um jogo marcado pelo equilíbrio e por reclamações da direção sobre a arbitragem.
A equipe de Júnior Rocha dominou boa parte da partida e utilizou 16 jogadores, sendo seis formados na base, sinalizando um trabalho de reestruturação e aposta na juventude.
Após a partida, o presidente bicolor, Márcio Tuma, valorizou a atuação do elenco e questionou decisões da arbitragem, conforme informação divulgada pela Rádio Liberal+.
Presidente enaltece elenco e faz defesa da postura do clube
Na entrevista, Tuma celebrou a entrega dos atletas e a identificação com a camisa, dizendo, “Esse jogo é nosso, foi para calar a boca de muita gente que duvidou dos nossos atletas, do trabalho que está sendo feito”, declarou Tuma.
Ele também fez um elogio mais amplo ao grupo, afirmando, “O nosso elenco é valoroso, são pessoas que honram a camisa do Paysandu, como o Marcinho. Só vai vestir a camisa do Paysandu quem honrar, e foi isso que a gente viu hoje. É garra, energia, respeito por esse clube gigante que é o Paysandu. Muita gente falando besteira, que era bicho depois de não sei quantos gols, e a gente mostrou quem é o Paysandu. O Paysandu de 2026 é esse, da raça, é o Paysandu que faz mais com menos e tem que respeitar”, completou o presidente bicolor.
Questionamentos sobre a arbitragem e possibilidade de representação
Tuma deixou clara a insatisfação com a condução do árbitro, em especial no lance que terminou com a expulsão do jogador Brian. Ele afirmou que vai rever as imagens para avaliar a correção do cartão vermelho e se Yago Pikachu também não deveria ter sido expulso.
Em suas palavras, “A minha sensação é a de que nós fomos muito prejudicados. Vou rever o lance da expulsão para saber se o nosso atleta foi expulso de forma justa. Vou rever se o atleta Yago Pikachu não deveria ter sido expulso também. Hoje eu vi uma ‘desespulção’, onde está isso na regra? Até o placar eletrônico do Mangueirão mostrou o cartão vermelho porque viu que o árbitro aplicou o cartão vermelho para o atleta adversário”, questionou.
O dirigente afirmou que, caso confirmem prejuízo, o clube vai tomar medidas formais, “Vou rever os lances e, se formos prejudicados, como eu acho que fomos, nós vamos representar, porque é o nosso trabalho fora de campo”, concluiu o dirigente bicolor.
O jogo e os próximos passos do Paysandu
Apesar do empate por 1 a 1, a partida trouxe sinais positivos para o projeto do técnico Júnior Rocha, com domínio em boa parte do confronto e aproveitamento da base, elementos que o clube quer manter.
Agora, além de preparar a equipe para os próximos compromissos, a diretoria vai analisar os lances polêmicos e decidir se formaliza uma reclamação à arbitragem, buscando salvaguardar interesses do Paysandu fora de campo.
