Para os dois jogos da final do Parazão, Miguel Ângelo afirma estar pronto para entrar e destaca foco tático e preparação física do Paysandu
O jovem atacante do Paysandu vive a expectativa de disputar uma final do maior clássico do Norte do país, em confrontos marcados para 1º e 8 de março.
Com trajetória recente da base para o profissional, ele diz estar trabalhando para representar bem o clube e aproveitar a oportunidade, se for acionado pelo técnico.
As declarações e informações sobre a preparação e a carreira do jogador foram divulgadas ao público, conforme informação divulgada pelo Jornal Amazônia.
Trajetória e números da base
Aos 18 anos, o jogador nascido em 2006 é considerado uma das principais promessas da base bicolor. Natural de Magalhães Barata, Miguel chegou ao clube em 2023, vindo do Castanhal, e rapidamente se destacou ao conquistar a Copa Pará e o Campeonato Paraense Sub-17, terminando como artilheiro.
No ano seguinte foi campeão e artilheiro do Paraense Sub-20. Já em 2025, ganhou projeção nacional ao ser vice-artilheiro da Copa do Brasil Sub-20 e integrar a seleção do campeonato, fatos que fortaleceram seu crescimento dentro do clube.
Preparação para os clássicos e disponibilidade
O atacante classificou o Re-Pa como um jogo de grande importância para todos e ressaltou o trabalho intenso da equipe nesta semana cheia de treinos. Sobre o momento decisivo, ele afirmou, “Um clássico todo mundo sabe que é gigante. A gente conhece a importância do jogo para todos. Estamos trabalhando muito para chegar lá e representar bem. O Paysandu tem força, tem torcida, e é necessário que façamos um bom jogo. Temos o primeiro confronto como parâmetro, então vamos bem preparados”.
Miguel falou também sobre o impacto de entrar em campo em um clássico: “Passa muita coisa na cabeça. Quando você vê o estádio, a torcida gritando, é algo muito bonito”. Ele deixou claro que está pronto para ser opção ofensiva, caso seja necessário.
Inspirações, convivência e objetivos
Atacante de velocidade, o jovem revelou que tem se inspirado no artilheiro do time para evoluir tecnicamente, e elencou a troca de experiência como fundamental. “Acredito que é muito importante conversar, trocar ideias. Procuro observar bastante como ele se movimenta, como finaliza, como tira do goleiro. Tenho muito a aprender. Ele está em uma fase boa, é o artilheiro. Eu estou preparado. Se em algum momento ele não puder estar, posso dizer que estou pronto para ajudar”, disse ele sobre o veterano Ítalo.
Primo do atacante Rony, do Atlético Mineiro, Miguel encara o momento como um passo importante na carreira. “Trabalhei muito para chegar onde estou e quero continuar nesse bom momento, trabalhar ainda mais, ajudar o time, fazer gols e aperfeiçoar meu futebol”, completou, mostrando ambição e foco para as decisões do Parazão.
