Arsenal pressionou no Emirates, mas não furou o ferrolho do Liverpool, empate por 0 a 0 mantém a folga na ponta em seis para Manchester City e Aston Villa (49 a 43)
O líder da Premier League teve mais posse e pressão, mas não conseguiu transformar oportunidades em gol no Emirates Stadium.
O jogo terminou empatado, sem gols, em partida marcada por disputa física, chuvisco e a forte organização defensiva dos visitantes.
No fim, as chances reais do Arsenal só surgiram nos acréscimos, sem sucesso diante do goleiro adversário.
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Um duelo travado e com poucas finalizações
O primeiro tempo foi de muita marcação e pouca objetividade, com o Arsenal até acertando a trave, mas sem conseguir concluir com perigo real para o gol.
Na volta do intervalo, o Liverpool passou a ter mais iniciativa, buscando acalmar o Emirates com passes curtos e administração do tempo, enquanto o Arsenal insistia na pressão alta, cobrada por Mikel Arteta.
Substituições, clima e lances decisivos
Aos 19 minutos, Arteta fez duas mudanças, trocando os apagados Trossard e Gyökeres por Gabriel Jesus e Martinelli, na tentativa de dar maior mobilidade ao ataque.
O clima frio e a leve chuva dificultaram o jogo do time da casa, somado ao sistema defensivo bem armado do Liverpool, que soube segurar o empate e explorar contragolpes raros, porém perigosos.
Defesa sólida do Liverpool e intervenções de Alisson
O goleiro brasileiro Alisson foi pouco exigido no restante do jogo, até os acréscimos, quando defendeu uma cabeçada fraca de Gabriel Jesus e um chute colocado de Martinelli, evitando a vitória dos donos da casa.
Houve momentos de polêmica, como a queda de Wirtz pedindo pênalti e as cobranças de falta de Szoboslai, que criaram tensão no Emirates, sem, no entanto, alterar o placar.
Impacto na tabela e leitura dos treinadores
“A igualdade por 0 a 0 deixou a folga na ponta, ainda cômoda, em seis para Manchester City e Aston Villa (49 a 43).” Esta é a foto direta do impacto na classificação após a partida.
O empate frustra a chance do Arsenal ampliar uma vantagem que vinha sendo construída, enquanto o Liverpool, comandado por Arne Slot, se mostrou organizado e consciente do plano de jogo, priorizando a segurança defensiva.
O próximo desafio para o Arsenal será recuperar a pontaria e a calma nas trocas de passe, já que a equipe teve dificuldades em acertar o último passe e, por consequência, não obrigou Alisson com frequência.
Do lado visitante, a estratégia de bloquear espaços e gerir o tempo rendeu um ponto valioso fora de casa, mantendo a equipe viva na disputa por posição e confiança defensiva.
