No Mangueirão, domingo às 17h, Paysandu encara o Remo pela final do Parazão 2026 com vantagem do empate, Castro destaca organização defensiva e comunicação em campo
O volante Castro, de 31 anos, vive a expectativa para a decisão da final do Parazão 2026, depois da vitória por 2 a 1 no primeiro duelo contra o Remo.
Ao todo, Castro disputou nove partidas na temporada 2026, e agora se prepara com o elenco para o jogo decisivo no Mangueirão, onde o Paysandu pode empatar e conquistar o título.
O discurso do jogador privilegia a força do coletivo, a pressão desde o ataque e a comunicação entre os setores, pontos que ele considera essenciais para manter a vantagem na final do Parazão 2026, conforme informação divulgada pelo Jornal Amazônia
Pressão desde o ataque e marcação coletiva
Para Castro, a solidez defensiva do Paysandu passa pela postura ofensiva, com a marcação começando já na frente, dentro da proposta do técnico Júnior Rocha.
“A nossa defesa começa lá do ataque. O esquema de pressão que o professor pede ajuda muito. A bola já chega mascarada para a gente ali atrás”, afirmou o volante, reforçando a ideia de que a recuperação rápida da bola facilita o trabalho defensivo.
Responsabilidade dentro do campo com estádio cheio
O elenco bicolor sabe que o Mangueirão tende a receber grande público, e Castro destacou a necessidade de os jogadores administrarem a comunicação e a organização sem depender apenas das orientações da comissão técnica.
“A gente precisa se acertar bastante ali atrás, porque com o estádio cheio fica difícil para o treinador orientar. Então essa responsabilidade é nossa dentro de campo”, disse o jogador, lembrando que o ambiente pode aumentar a pressão, e que a voz entre companheiros será fundamental.
Saber sofrer e manter a postura até o fim
No primeiro jogo, o Paysandu abriu vantagem e sofreu pressão na reta final, experiência que Castro considera natural em decisões e útil para a final do Parazão 2026.
“Dentro de um jogo ninguém é 100% o tempo todo. Tem momentos em que você está muito bem e outros em que precisa saber sofrer. Se for para sofrer até o final e sair com o título, não vejo problema”, afirmou o volante, enfatizando a importância de resistência mental e entrega coletiva.
Manter a mesma postura, independentemente da vantagem
Apesar de poder empatar para levantar a taça, Castro garante que o Paysandu vai entrar como se estivesse perdendo, com a mesma garra e intensidade que marcaram a campanha.
“A gente vai entrar como se estivesse 0 a 0. A vantagem pode ser importante no final, mas antes disso precisamos jogar com a mesma garra e vontade”, concluiu, apontando que a manutenção da postura coletiva será determinante para confirmar o título na final do Parazão 2026.
