Re-Pa do Parazão será o primeiro grande teste de Condé no Remo, com o treinador encarando pressão imediata para reverter a desvantagem de um gol e conquistar o título
O novo técnico azulino chega a Belém com a missão de recuperar a confiança da torcida, e terá como primeiro desafio o clássico decisivo contra o Paysandu, valendo o título do Campeonato Paraense.
A partida coloca o Remo em situação de desvantagem, com a necessidade de reverter um gol para levantar a taça, e transforma o confronto em um verdadeiro batismo de fogo para o treinador.
As informações sobre a estreia de Léo Condé e o cenário da final foram compiladas, conforme informação divulgada pelo Jornal Amazônia
Desafio imediato e cenário na final
O Remo precisa de uma reação imediata, porque um empate ou nova derrota aumentaria a pressão sobre o novo comando técnico. Para ficar com o título, o time azulino precisa reverter a desvantagem de um gol, e uma vitória por dois ou mais gols garantiria a taça.
Além do aspecto esportivo, há o fator emocional, porque a torcida espera respostas rápidas após um início irregular do clube na Série A, competição em que o Remo ainda não venceu após quatro rodadas.
Histórico de Condé com o Paysandu e curiosidades
Curiosamente, embora Léo Condé tenha passado pelo Paysandu em 2019, ele nunca disputou um Re-Pa enquanto esteve no comando do Papão. Segundo a apuração, “Quando esteve mais perto do confronto, o Paysandu acabou eliminado na semifinal do Campeonato Paraense de 2019. Na ocasião, o treinador assistiu de longe ao Remo conquistar o título estadual daquele ano, na final contra o Independente de Tucuruí.”
A trajetória de Condé no Paysandu foi breve, “A trajetória de Condé no Paysandu começou no fim de março de 2019, quando comandou o time diante do Águia de Marabá. O último jogo foi na quinta rodada da Série C do Brasileiro, na derrota para o Boa Esporte.” Esses trechos foram extraídos do levantamento do Jornal Amazônia.
Currículo de Condé e reforço da comissão técnica
O novo treinador tem um currículo de conquistas e acessos, o que pode pesar na hora de administrar a pressão do clássico, conforme as notas oficiais. Conforme a fonte, “o novo técnico do Remo soma dois acessos à Série A (com Vitória e Ceará), um título da Série B (Vitória), um bicampeonato maranhense (Sampaio Corrêa), além de conquistas estaduais na Bahia (Vitória), em Alagoas (CRB) e no Ceará (Ceará). Também levantou a Copa Rio com o Nova Iguaçu.”
Ao assumir o Remo, Condé chega acompanhado pelos auxiliares técnicos Renato Negrão e Felipe Suriani, e pelo preparador físico Diego Mura, trazendo experiência e familiaridade tática para a comissão.
Peças-chave, suspensão e implicações para o clássico
O elenco azulino encara ainda questões de desfalques, com o atacante Diego Hernández suspenso pelo TJD-PA e fora do Re-Pa, segundo decisão publicada, e o clube buscando recurso. Essa ausência pode alterar a estratégia do Remo na final, aumentando a responsabilidade de outros atacantes.
Se Condé vencer o clássico por dois ou mais gols, poderá somar mais um título estadual ao seu histórico, e a vitória seria importante para dar sequência ao trabalho na temporada, incluindo a recuperação na Série A.
Em resumo, o reencontro com o clássico chega em um momento de expectativa e cobrança, colocando o Re-Pa do Parazão como o primeiro grande teste prático do comando de Léo Condé no Remo, em uma final que pode moldar os rumos da temporada
